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terça-feira, 3 de maio de 2011

TOTALITARISMO NA ESPANHA: O FRANQUISMO.


Com o apoio nazi-fascista, o general Francisco Franco tomou o poder na Espanha.

Após a crise de 1929, a Espanha passou a viver um agitado cenário político marcado pela atuação de setores de esquerda e direita. No ano de 1931, um governo republicano foi instalado com o objetivo de renovar as práticas políticas espanholas e prover uma solução aos problemas econômicos que assolavam o país. Nesse contexto, conservadores e socialistas se alternavam no poder demonstrando a ausência de um grupo político hegemônico.

Os comunistas dominaram o governo espanhol até 1934, quando os setores de direita conseguiram chegar ao poder. Dois anos mais tarde, os liberais, republicanos, socialistas e comunistas formaram uma grande frente de coalizão chamada de Frente Popular. Buscando garantir a democracia e atender os anseios dos trabalhadores, esse grupo de esquerda conseguiu voltar ao poder na Espanha. Imediatamente, os conservadores de extrema direta passaram os militares na instalação de uma ditadura.

Em 1936, membros do exército espanhol como Gonzalo Queipo, Emilia Mola, José Sanjuro e Francisco Franco lideraram uma tentativa de golpe. Para dar sustentação à ação golpista, buscaram o apoio de um grupo de ultra-direita composto por conservadores chamado Falange. No entanto, a tentativa de tomada do poder foi impedida pela ação de milícias de trabalhadores que não aceitavam o surgimento de uma ditadura em território espanhol.

Em contrapartida, o domínio dos militares sobre as forças armadas do país estabeleceu uma polarização política que deu início à chamada Guerra Civil Espanhola. Enquanto os militares tinham o apoio de monarquistas e fascistas na tentativa de instalação da Ditadura; os grupos republicanos contaram com a participação de socialistas, trabalhadores e tropas internacionais vindas de países como a União Soviética e a França.

Observando a possibilidade de ascensão de mais um regime totalitário, chefes de outros regimes conservadores, como Adolf Hitler, Benito Mussolini e Antonio Salazar cederam tropas em favor dos militares golpistas. Além disso, governantes como Hitler e Mussolini aproveitaram do conflito para testar o potencial destrutivo do grande arsenal militar que haviam formado. Em 1937, por exemplo, as forças alemãs comandaram um bombardeio aéreo que destruiu a cidade espanhola de Guernica.

No início de 1939, os militares conseguiram vencer a guerra civil e estabelecer um governo totalitário comandado por Francisco Franco. O seu regime teve longa duração, sendo destituído somente no ano de 1975. A partir de então, o chamado “franquismo” demonstrou caráter autoritário e personalista do governo do general-ditador que dominou a Espanha por várias décadas.

Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

5 comentários:

  1. meu ovo, filha duma puta, caralho, arrombado, merda, podre.
    tirei zero 0% no trabalho, quem fez isso vai pra puta que o pariu, mãe cachorra,caralho 0 num trabalho meu deus seus cornos filhos da puta

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    1. Este comentário foi removido pelo autor.

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